O que podemos esperar para o futuro do trabalho? Descubra!

November 24, 2020

Há pouco tempo, estudos e artigos publicados na internet apontavam tendências inovadoras para o futuro do trabalho. Se estimava que algumas delas seriam para daqui a 5, 10 e até 30 anos. Até que a pandemia da COVID-19 interrompeu o “fluxo natural” desse processo e, por assim dizer, nos lançou para a posteridade. O resultado foram transformações rápidas e profundas no mundo corporativo.

Neste artigo, mostraremos qual é o panorama atual do mercado de trabalho. Além disso, faremos uma projeção sobre o que esperar do mundo pós pandemia. Por fim, falaremos como se adaptar a essa nova realidade. Acompanhe os próximos tópicos!

Como está o cenário empresarial?

Sim, caímos de paraquedas no futuro do trabalho sem direito a tempo para adaptação. Sendo assim, os termos home office, videoconferências e equipes remotas tornaram-se parte do vocabulário de empresas e colaboradores.

Segundo um artigo do site Agência Brasil, esse modelo de trabalho vinha crescendo lentamente desde 2016. No entanto, a pandemia acelerou a tendência e remodelou o cenário empresarial. Se antes os gestores podiam se dar ao luxo de analisar a possibilidade de inserir tecnologias colaborativas, integrar sistemas e adotar o trabalho a distância, hoje não mais.

A grande verdade é que estamos assistindo uma disrupção no mundo corporativo. Nada será como antes. Quem demorar a entender essa nova realidade, pode desaparecer do mercado empresarial. Por isso, o melhor a fazer é estudar as mudanças e rapidamente adaptar-se a elas.

Que mudanças podemos esperar para o futuro?

Normalmente, em uma fase de transição como a que vivemos, fica bem difícil enxergar como será exatamente o futuro do trabalho. Porém, há espaço para algumas projeções baseadas no comportamento atual do mundo corporativo. A seguir, elencaremos as mais evidentes.

Trabalho remoto

O distanciamento social imposto pelas autoridades durante a pandemia está fazendo muitas empresas e profissionais experimentarem pela primeira vez o trabalho remoto. Para uns, esse modelo de serviço não agrada, já outros se adaptaram perfeitamente. Esse segundo grupo pode comemorar, pois muitas organizações sinalizam que o home office continuará a ser a regra após o COVID-19.

De acordo com uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e publicada na coluna Brasil Econômico do portal IG, 30% das empresas nacionais já “bateram o martelo” quanto a adoção definitiva do home office. E esse número tende a aumentar.

Junto com essa mudança do escritório para casa, as organizações começam a repensar também a jornada de trabalho dos profissionais. Afinal, uma carga horária fixa para todos colaboradores parece não fazer mais sentido no home office. Por isso, a tendência é a flexibilização do período de labuta na qual é mantido o número de horas diárias, mas o profissional decide em que parte do dia irá cumpri-las.

Processo de recrutamento

Antes da pandemia, muitas empresas já realizam o processo de recrutamento remoto. Porém, antes da contratação, o recrutador agendava uma entrevista presencial para conhecer o candidato de perto. Como essa aproximação não é mais permitida, as admissões têm sido feitas sem nenhuma interação presencial.

Esse distanciamento oferece alguns desafios para os recrutadores que têm dificuldades em analisar, por exemplo, a linguagem corporal do entrevistado. Para superar esses obstáculos, as empresas vão investir cada vez mais em tecnologias e técnicas de avaliação.

Por exemplo, as plataformas de videoconferências e uma boa conexão de internet, ajudam os recrutadores a observar detalhes do candidato, como vestimenta, aparência, modo de falar e ambiente em que reside. Além disso, os testes online de competências, habilidades e conhecimentos são importantes ferramentas para conhecer o perfil de cada entrevistado.

Onboarding

O onboarding é o processo de integração de novos talentos. O objetivo é conectá-los com a cultura e o time da empresa. Mas como conseguir esse objetivo com as equipes em trabalho remoto? Vemos que as organizações estão remodelando o onboarding.

Uma das fases desse processo são as boas-vindas que incluem, entre outras coisas, a apresentação da equipe, uma explicação sobre a cultura do negócio, o trabalho que será realizado e algumas empresas gostam de dar brindes personalizados.

Todos esses procedimentos estão sendo realizados remotamente, seja por meio de ferramentas virtuais ou pelos correios (no caso da entrega dos brindes). Esse tipo de onboarding continuará após a pandemia, mas como uma diferença: o novato terá a felicidade de conhecer a sede física da empresa e até os membros da equipe em algumas reuniões presenciais.

Capacidade de autogestão

Outra tendência para o futuro do trabalho é a autogestão. Esse é um tipo de modelo de cultura organizacional voltado para uma tomada de decisões mais uniforme entre os profissionais. Por isso, a autogestão também é conhecida como gestão horizontal.

Dessa forma, os colaboradores obtêm uma autonomia maior, evitando assim a necessidade de consultar e esperar a aprovação da chefia para cada nova movimentação nas demandas. Isso não significa uma igualdade de poderes entre os colaboradores.

Na verdade, existem regras que apontam até onde um profissional pode ir sem o suporte de um líder. O objetivo é otimizar processos, além de estimular a criatividade e a autonomia dos colaboradores.

Como se adaptar à nova realidade?

Ter uma boa política de inovação é uma das melhores maneiras de se adaptar ao novo cenário corporativo e “abraçar” o futuro do trabalho. Ao contrário do que muitos pensam, a inovação não envolve apenas a implantação de tecnologias, mas também de processos e demandas.

Para isso, os gestores precisam estimular os colaboradores a proporem ideias que ajudem a empresa a evoluir. Outra estratégia é ficar atento as boas práticas da concorrência e tentar inseri-las na organização. Sem falar de observar e implantar as novas ferramentas virtuais que atendem as necessidades, otimizam e aprimoram os serviços do negócio.

Enfim, essa pandemia passará, mas deixará um rastro de mudanças sem precedentes. Sem dúvidas, as empresas estão aprendendo muito nessa fase. Uma das principais lições é a necessidade de mudar o rumo do negócio de forma repentina. Podemos dizer que esse aprendizado será ainda mais importante no futuro do trabalho.

O que achou de nosso artigo? Entendeu o que podemos esperar para o futuro do trabalho? Quer aprender como se adaptar? Então, veja 5 maneiras de gerenciar equipes remotas.

Caju Team

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