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O fim do período fiscal é o momento ideal para revisar os benefícios do seu time e planejar o próximo ciclo. Saiba o que priorizar e como a Caju pode ajudar.
O encerramento do período fiscal é uma das janelas mais estratégicas do calendário do RH. É quando as empresas revisam os resultados do ciclo que está terminando, identificam o que funcionou e definem as prioridades para o próximo ano. Esse exercício deve acontecer em todas as áreas, e o planejamento de benefícios corporativos não pode ficar de fora.
Em relação ao RH, um dos principais pontos a ser analisado é a atração e retenção de talentos, bem como a satisfação dos colaboradores, uma vez que, para qualquer negócio ter sucesso, é preciso contar com pessoas felizes e comprometidas com o crescimento da empresa. E, além dos processos de atração e retenção de talentos, que podem ser revistos e aprimorados, o planejamento de benefícios também deve fazer parte dessa etapa.
Segundo uma pesquisa realizada aqui na Caju, 85% dos colaboradores brasileiros afirmam que os benefícios corporativos influenciam diretamente sua satisfação no trabalho. Além disso, 86% dos entrevistados consideram que empresas que oferecem benefícios inovadores são mais atualizadas e dinâmicas, o que indica que os benefícios corporativos não são apenas uma ferramenta de atração, mas também um fator determinante na motivação e produtividade dos colaboradores.
Outra pesquisa, da Robert Half, mostra que 7 em cada 10 colaboradores gostariam de ver mudanças no pacote de benefícios ofertados pela empresa, o que demonstra a necessidade de atualizar o portfólio e oferecer novas opções de acordo com as necessidades dos colaboradores.
As melhores empresas para se trabalhar sempre estão em busca de novidades e atualizações nos benefícios corporativos ofertados no mercado de trabalho. Mas acompanhar tantas mudanças e ofertar, com sentido, para os funcionários, requer um planejamento adequado.
Um bom planejamento permite:
Além desses pontos, a flexibilidade no pacote de benefícios faz parte do diferencial competitivo das empresas. Muitos talentos já não olham exclusivamente para o salário mas, sim, buscam locais que oferecem soluções completas que valorizam o bem-estar do funcionário.
Opções não faltam no quesito benefícios corporativos. Por exemplo, com um cartão Caju, os colaboradores podem utilizar os valores em alimentação, refeição, saúde, home office, entre outras possibilidades.
Mas quais, dentre todas as opções, são as ideais e devem ser priorizadas em um planejamento de benefícios?
Segundo o Panorama do RH 2026, estudo realizado com mais de 59 mil empresas e 127 milhões de transações em clientes da Caju, os benefícios mais oferecidos pelas empresas são (em ordem): auxílio alimentação, mobilidade, multi, alimentação, refeição, saúde, cultura e educação.

Mobilidade, que aparece em segundo lugar, tem grande relação com a necessidade de deslocamento dos funcionários em empresas com atuação presencial.
Alimentação e transporte seguem, então, como tendências frequentes. A saúde e bem-estar também seguem sendo uma das principais prioridades para os RHs e os colaboradores, sobretudo para as novas gerações.
Além disso, uma jornada de trabalho mais flexível, assim como contar com premiações e reconhecimentos dos colaboradores em datas especiais são opções bem interessantes para compor a oferta de benefícios da sua empresa no próximo ciclo.
Benefícios que apoiam a flexibilidade, como auxílio home office, jornadas adaptáveis e banco de horas estruturado, têm ganhado cada vez mais espaço nos pacotes corporativos.
Ainda que alguns benefícios façam parte do pacote padrão, vale a pena entender quais opções, sendo elas tendências ou não, devem integrar a oferta das empresas.
Antes de colocar qualquer mudança em prática, é necessário estruturar o planejamento com base em dados reais.
Vamos entender, em 5 passos, como construir um melhor planejamento de benefícios corporativos.
Antes de qualquer decisão, ouça os colaboradores. Quais benefícios eles mais utilizam? O que sentem falta? O que mudaria? Envolvê-los no processo aumenta a adesão e evita desperdício de orçamento em iniciativas pouco valorizadas.
Benefícios pouco utilizados são sinal de desalinhamento. Revise o histórico antes de renovar contratos ou manter categorias que não geram valor percebido.
Com os dados em mãos, defina quais categorias serão mantidas, ampliadas ou substituídas. Priorize o que tem maior impacto na satisfação e retenção.
Benefícios não utilizados representam investimento desperdiçado. Garanta que todos os colaboradores saibam o que têm disponível e como usar. A comunicação interna é parte da estratégia de benefícios.
Defina indicadores como satisfação, adesão ao uso, turnover, absenteísmo, e acompanhe regularmente. Isso permite ajustes ao longo do ano e embase as decisões do próximo planejamento.
Para investir nos benefícios certos, que vão garantir a satisfação dos colaboradores e facilitar a vida do RH, sua empresa pode contar com a Caju.
Contamos com uma solução de multibenefícios em que, através de um único cartão bandeira Visa, é possível oferecer até 8 categorias para os colaboradores, que vão desde o auxílio-alimentação ao saldo para cultura.
Além disso, temos o Caju Mais, voltado para saúde e bem-estar dos colaboradores, ideal para proporcionar a prática de exercícios físicos e o acesso a consultas online; e o Caju Premiações, perfeito para presentear o time de um jeito prático, garantindo a liberdade para os colaboradores aproveitarem os seus mimos como e onde quiserem.
Tudo isso integrado em um único cartão e plataforma, que simplificam a gestão do RH.
Quer conhecer mais das soluções da Caju? Acesse o nosso site e entre em contato agora mesmo.
Idealmente ao fim de cada ciclo fiscal. É quando a empresa tem dados reais de uso, pode identificar o que não está funcionando e ajustar o orçamento antes do próximo período.
Combine pesquisa interna com os colaboradores e análise do histórico de uso. Benefícios pouco utilizados são sinal de desalinhamento e devem ser revistos ou substituídos.
Segundo o Panorama do RH 2026 da Caju, os mais comuns são, em ordem: auxílio alimentação, mobilidade, multibenefícios, alimentação, refeição, saúde, cultura e educação.
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Marketing
Jornalista por formação, atua na produção de conteúdo da Caju. Como redatora do blog, tem o propósito de unir seus interesses por comunicação e tecnologia para educar o mercado de gestão de pessoas.
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