Saúde mental no trabalho: o que é, importância e como promover
Por Cecilia Alberigi em
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Golpes digitais acontecem mais do que você imagina e podem ser difíceis de identificar. Aprenda a reconhecer os sinais de alerta e proteja seu dinheiro antes de finalizar a próxima compra.
Comprar pela internet virou rotina para quase 94 milhões de brasileiros. O e-commerce nacional faturou R$ 204,3 bilhões em 2024 — e a tendência é de crescimento contínuo. Mais praticidade, mais opções, mais conveniência. Mas junto com tudo isso, também cresceu algo que ninguém quer: o número de golpes digitais.
A boa notícia? Fazer compras online com segurança é totalmente possível. Basta saber o que observar antes de digitar os dados do cartão. Este guia reúne os principais sinais de alerta, dicas práticas e tudo que você precisa saber para comprar sem sustos.
Antes das dicas, vale entender a dimensão do problema porque ele é maior do que parece.
Metade dos brasileiros, exatamente 51%, foi vítima de alguma fraude em 2024, e desses, 54,2% sofreram prejuízo financeiro, segundo o Relatório de Identidade e Fraude 2025 da Serasa Experian.
Só em golpes no comércio digital, os brasileiros tiveram um prejuízo estimado de R$ 3,5 bilhões em 2024. As fraudes mais comuns foram falso pagamento (46%), invasão de conta (28%), anúncio falso (15%) e roubo de dados (10%), de acordo com levantamento da OLX.

A perda média de quem caiu em algum golpe chegou a R$ 6.311, e quase metade dos entrevistados (48%) já abandonou um carrinho de compras online por suspeita de fraude.
E os métodos estão ficando mais sofisticados. O uso de deepfakes para enganar vítimas cresceu 830% entre 2024 e 2025, e golpes por SMS aumentaram 14 vezes no mesmo período.
Não é para criar paranoia, é para acender o alerta. Quem está informado, compra melhor.
Golpistas são profissionais nisso. Eles criam sites quase idênticos aos de lojas conhecidas, com logotipos, fotos de produtos e até avaliações falsas. Lojas fraudulentas responderam por 65% das ameaças bloqueadas em redes sociais em 2025, com maior incidência no Facebook e YouTube.
O principal golpe registrado foi o uso indevido de cartões de crédito (47,9%), seguido por pagamento de boletos falsos ou transações via Pix (32,8%), phishing, e-mails ou mensagens que levam ao roubo de dados (21,6%).
O problema é que, muitas vezes, a pessoa só percebe que foi enganada depois que o dinheiro já sumiu.
Antes de qualquer coisa, olhe para a URL. Sites falsos costumam usar endereços muito parecidos com os originais, uma letra trocada, um ponto a mais, uma palavra inserida no meio. Parece um detalhe pequeno, mas faz toda a diferença.
Se você chegou ao site por um link enviado por mensagem ou anúncio em rede social, redobre a atenção. O mais seguro é sempre digitar o endereço da loja diretamente no navegador.
Sites seguros usam o protocolo HTTPS e exibem um cadeado na barra de endereço do navegador. Isso indica que a conexão é criptografada e que seus dados não ficam expostos durante a navegação.
Se o site mostrar apenas “HTTP” (sem o “S”) ou apresentar algum aviso de segurança, não insira nenhuma informação pessoal. Sinal de alerta aceso.
Nunca compre em uma loja desconhecida sem checar o que outras pessoas falam sobre ela. O Reclame Aqui é um ótimo ponto de partida: lá você encontra reclamações reais de consumidores e vê como a empresa respondeu (ou não respondeu).
Comentários em redes sociais e avaliações no Google também ajudam a montar o quadro completo. Uma loja com histórico positivo transmite muito mais confiança.
Aquela oferta boa demais para ser verdade quase sempre é. Golpistas usam preços muito abaixo da média como isca para atrair consumidores que não vão questionar. Se um produto que normalmente custa R$ 500 está sendo vendido por R$ 150 sem nenhuma explicação clara, pause e investigue.
Compare o valor em outras lojas conhecidas. Se o desconto for real, você vai encontrar evidências. Se não encontrar, já tem sua resposta.
O phishing se espalha por e-mail, WhatsApp, SMS e redes sociais — e 40% dos brasileiros já foram alvo desse tipo de abordagem. A mensagem parece oficial, com o logo da loja e tudo, mas o link leva para um site falso.
A regra de ouro: não clique. Acesse a loja pelo navegador, digitando o endereço você mesmo.
Se algo parecer estranho durante o processo de compra, como layout diferente do habitual, campos de preenchimento suspeitos, ausência do cadeado, interrompa tudo. É melhor abandonar o carrinho do que arriscar os dados do cartão.
Para 77% dos consumidores, ter confiança de que seus dados pessoais não serão comprometidos é um fator muito importante na hora de decidir onde comprar online. Você tem todo o direito de exigir essa segurança.
Leia também: Autenticação em duas etapas: o que é e como ativar
As redes sociais viraram um campo fértil para golpes de compras. Anúncios patrocinados com produtos populares, perfis falsos de lojas conhecidas e promoções em sites suspeitos são cada vez mais comuns.
Anúncios falsos responderam por 41% de todos os ataques cibernéticos direcionados a indivíduos em 2025, e golpes em compras cresceram 14% globalmente no mesmo período.
Antes de comprar por um link de anúncio nas redes sociais, sempre visite o site oficial da loja de forma independente para confirmar que a oferta realmente existe.
Falar em compras online com segurança sem mencionar o meio de pagamento seria deixar metade da história de fora. E é aqui que o cartão Caju entra com vantagem.
O cartão virtual é seu melhor aliado. Pelo app Caju, você cria um cartão virtual com dados completamente diferentes do cartão físico — número, CVV e validade exclusivos para uso online. Isso significa que, mesmo que algum site seja comprometido, os dados do seu cartão físico continuam protegidos.
Para usar, é simples: abra o app, vá em “Cartões”, selecione “Criar cartão virtual” e use os dados gerados na hora de pagar. Na etapa de pagamento do site ou app, escolha a opção crédito, insira os dados do cartão virtual, CPF e senha de 4 dígitos.
Onde o cartão Caju funciona online? Em sites de alimentação, apps de delivery como o iFood, farmácias e em qualquer loja que aceite a bandeira Visa, incluindo plataformas como o Mercado Livre. Vale lembrar que o saldo utilizado precisa ser compatível com a categoria da compra (Alimentação, Refeição, Multi, etc.), então vale conferir antes de finalizar o pedido.
Fique por dentro: Onde aceita Caju para compras online? Veja como usar o cartão na internet.
Outras formas de pagar com segurança pela Caju:
E se algo der errado? O app Caju permite monitorar todas as transações em tempo real pelas notificações. Em caso de perda do cartão ou qualquer suspeita de fraude, o bloqueio é feito ali mesmo, no aplicativo, em segundos.
Segurança nas compras online não é só sobre o site que você acessa, é também sobre o instrumento de pagamento que você usa. Com o cartão virtual Caju, você tem mais uma camada de proteção para comprar com tranquilidade.
Use este checklist antes de clicar em “comprar”:
Se todas as respostas forem “sim”, você está no caminho certo. Se alguma for “não” ou “não sei”, vale investigar mais antes de prosseguir.
Saiba mais: Engenharia social: o que é e como você pode se proteger
Na Caju, a gente acredita que cuidar do seu dinheiro vai além de facilitar os pagamentos, ela passa por ajudar você a tomar decisões mais informadas no dia a dia. Seja na hora de presentear alguém especial ou de fazer aquela compra rotineira, pequenos cuidados fazem uma diferença enorme.
Com atenção, as verificações certas e as ferramentas de segurança do cartão Caju, você aproveita tudo de bom que o e-commerce tem a oferecer, e deixa os golpistas sem chance.
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Sou jornalista, publicitária e viajante nas horas vagas. Na Caju, minha missão é transformar textos complexos em conteúdos claros, acessíveis e que façam sentido para quem me lê. Acredito que a flexibilidade é fundamental em todos os aspectos da vida, por isso valorizo a liberdade de adaptação, tanto no trabalho quanto no cotidiano.
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