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Setembro amarelo é o mês dedicado a falar sobre saúde mental e prevenção ao suicídio. Nas empresas, esse cuidado deve existir o ano todo. Veja o que fazer!
O Setembro Amarelo é o mês nacional de prevenção ao suicídio e promoção da saúde mental. Mas em 2026 ele chegou diferente: pela primeira vez, a campanha coincide com a vigência plena da fiscalização punitiva da NR-1 revisada, que torna obrigatório o gerenciamento de riscos psicossociais em todas as empresas brasileiras.
Para o RH, isso significa que setembro não é mais que apenas um mês de laço amarelo na intranet. É uma oportunidade de alinhar campanha de conscientização, conformidade legal e cuidado real com as pessoas em uma única estratégia integrada.
Neste artigo você vai encontrar dados atualizados sobre saúde mental no trabalho, o que muda com a NR-1, e um guia prático de ações por nível de maturidade para implementar ainda este mês.
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O Setembro Amarelo é uma campanha nacional criada em 2015 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), com apoio do Centro de Valorização da Vida (CVV). O mês de setembro foi escolhido porque no dia 10 é celebrado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
O silêncio em torno do tema é um fator de risco e quebrá-lo, nas empresas, nas escolas e nas redes sociais, é um ato de prevenção.
O laço amarelo é o símbolo da campanha. Amarelo remete à esperança e ao alerta simultâneo: sempre existe saída, mas para encontrá-la é preciso falar.
A data-âncora é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio (10/09), estabelecido pela OMS em 2003. A ABP e o CFM expandiram a ação para o mês inteiro para ampliar o alcance das campanhas e permitir que empresas, escolas e comunidades organizem ações com mais profundidade do que um único dia permitiria.
Este Setembro Amarelo é o primeiro a acontecer sob a fiscalização punitiva plena da NR-1 revisada. Duas mudanças legais transformaram o cenário para as empresas:
A Norma Regulamentadora 1 foi atualizada pela Portaria MTE 1.419/2024, que incluiu os riscos psicossociais (estresse crônico, assédio, sobrecarga emocional, falta de autonomia) como categoria obrigatória no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e no processo de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).
Na prática, sua empresa precisa:
A Lei 14.831/2024 criou uma certificação voluntária para empresas que adotam práticas estruturadas de promoção à saúde mental — programas de apoio psicológico, políticas de prevenção ao assédio, ações de bem-estar e mecanismos de escuta ativa. O Setembro Amarelo pode ser o ponto de partida para construir esse processo.
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Antes de estruturar qualquer ação de Setembro amarelo, vale entender o tamanho real do problema:
| Calcule o impacto financeiro da saúde mental na sua empresa com a Calculadora Caju. Ela é gratuita e baseada nos dados do seu time. |
Não existe uma única receita para o Setembro Amarelo nas empresas, tudo depende do tamanho, da cultura e do momento de cada organização. Por isso, organizamos as ações em três níveis:
Ideal para empresas que estão começando ou têm orçamento restrito. Mesmo ações simples têm impacto real quando bem comunicadas.
Para empresas que já fazem Setembro Amarelo e querem transformar a iniciativa em algo permanente.
Para empresas que querem usar setembro como alavanca para a adequação à NR-1 e para a certificação voluntária da Lei 14.831/2024.
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Um benefício de saúde mental só funciona se o colaborador consegue usá-lo de verdade. Isso parece óbvio, mas na prática muitas empresas oferecem cobertura de terapia tão restrita que o funcionário desiste antes de marcar a primeira consulta.
As principais formas de estruturar benefícios com foco em saúde mental:
A plataforma de benefícios da Caju permite oferecer benefícios flexíveis, incluindo saúde e bem-estar, com gestão simplificada para o RH e liberdade real para o colaborador. Custo zero de implementação.
O Setembro Amarelo é o gatilho, mas cuidar da saúde mental dos colaboradores é uma responsabilidade que não tem data de encerramento. Empresas que tratam o tema como cultura, e não como campanha, colhem resultados diferentes: menor rotatividade, menor absenteísmo e equipes mais resilientes para atravessar períodos de pressão.
A relação com o líder direto é o principal determinante da saúde mental de um colaborador no trabalho, para o bem ou para o mal. Líderes que sabem ter conversas difíceis, reconhecer esforço e identificar sinais de sofrimento fazem mais do que qualquer política de bem-estar. Por isso, capacitar gestores é uma intervenção de saúde mental tão efetiva quanto contratar um psicólogo.
Leia também: Segurança psicológica no trabalho: o que é e como aplicar
Colaboradores não buscam ajuda quando não se sentem seguros para fazer isso. Criar canais confidenciais, uma ferramenta anônima ou uma política clara de portas abertas com o RH, reduz a barreira de entrada para quem está sofrendo mas ainda não chegou a um nível de crise. O custo é baixo. O impacto, alto.
O colaborador afastado aparece nas estatísticas. O presenteísmo não e custa muito mais. Quem vai trabalhar com ansiedade, exaustão ou depressão não clínica produz em média 30 a 40% menos, segundo estudos de saúde ocupacional. Garantir pausas reais, respeitar jornada e estimular o uso efetivo das férias são ações que reduzem o presenteísmo sem exigir grande investimento.
Sem dados, saúde mental vira opinião. Com dados, vira agenda. Indicadores de absenteísmo por CID F (transtornos mentais), NPS interno, pesquisas de pulso trimestrais e taxa de uso dos benefícios de saúde mental permitem identificar sinais antes que se tornem crises. O Índice de Bem-estar e Saúde Mental da Caju traz benchmarks do mercado brasileiro para calibrar o que você mede internamente.
A Caju foi construída para resolver dores reais do RH com agilidade e segurança. No tema de saúde mental, a atuação acontece em dois eixos:
O colaborador escolhe como usar sem que o RH precise gerenciar múltiplos fornecedores. Tudo em um único cartão, com saldo configurável por categoria.
A Caju integra plataformas especializadas em saúde mental corporativa, EAP e suporte à adequação da NR-1, como Conexa e Zenklub, com implementação simplificada para empresas de qualquer porte.
O resultado é uma estrutura de benefícios que apoia o colaborador de verdade e que posiciona sua empresa à frente das exigências legais e das expectativas dos talentos que quer atrair e reter.
Quer entender como a Caju pode apoiar a saúde mental da sua equipe? Fale com um especialista. Gestão simplificada para o RH, sem burocracia.
Setembro Amarelo é a campanha nacional de prevenção ao suicídio e promoção da saúde mental realizada durante todo o mês de setembro no Brasil. Foi criada em 2015 pela ABP e pelo CFM, com apoio do CVV, a partir do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio (10 de setembro).
A campanha em si não é obrigatória. Porém, as obrigações de saúde mental no trabalho — especialmente o gerenciamento de riscos psicossociais no PGR exigido pela NR-1 e pela Portaria MTE 1.419/2024 — são compulsórias e estão sujeitas a fiscalização com autuação. Setembro é uma oportunidade estratégica para alinhar campanha e conformidade.
O CVV (Centro de Valorização da Vida) oferece apoio emocional gratuito e sigiloso 24 horas por dia pelo telefone 188 e pelo chat em cvv.org.br. Divulgar esse contato internamente em setembro — e mantê-lo visível ao longo do ano — é uma ação simples e de alto impacto.
Apresente dados concretos sobre o impacto financeiro do adoecimento mental: absenteísmo, rotatividade, queda de produtividade e custos previdenciários. Líderes se engajam quando veem o problema como estratégico. A Calculadora de Impacto de Saúde Mental da Caju pode ajudar a montar esse argumento internamente.
Indicadores úteis: taxa de adesão à campanha interna, número de consultas psicológicas agendadas via benefício, NPS de bem-estar antes e depois, absenteísmo por CID F no mês e taxa de participação nos eventos. O ideal é comparar com o mesmo período do ano anterior.
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Jornalista, redatora e revisora que adora ouvir e contar histórias. Cuidando do marketing de conteúdo da Caju, tem como missão levar informação de valor para a área de gestão de pessoas e contribuir para um mercado cada vez mais inovador e humano.
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