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Como a Caju trouxe mais agilidade e economia de tempo para o time da Dengo
Por Eduarda Ferreira em
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Entenda as novas regras do PAT, o impacto do Decreto 12.712/2025 e por que a Caju apoia a modernização do setor de benefícios.
O Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) foi criado para melhorar a vida do trabalhador brasileiro. Esse sempre foi o propósito.
O que nem sempre esteve alinhado a esse propósito foi o modelo de mercado que se formou ao redor dele.
Por anos, o setor de vale-alimentação e vale-refeição foi dominado por poucos operadores. Concentração elevada. Baixa interoperabilidade. Incentivos financeiros que distorciam a concorrência. Contratos pouco transparentes.
Funcionava apenas para quem controlava o sistema.
As atualizações regulatórias consolidadas pelo Decreto nº 12.712/2025 não criaram uma ruptura. Elas expuseram um modelo que já não se sustentava.
E a decisão do TRF3, ao derrubar as liminares que tentavam suspender essas regras, deixou isso ainda mais claro.
Saiba mais: Guia Definitivo do Decreto nº 12.712/2025: o que muda no PAT
O decreto estabeleceu pontos objetivos:
Essas medidas não prejudicam quem entrega valor real. Elas prejudicam apenas quem dependia de incentivos financeiros para manter clientes.
Quando práticas que antes eram toleradas passam a ser vedadas, o desconforto é inevitável. Mas desconforto não é instabilidade. É ajuste.
A queda das liminares garante aplicação uniforme do Decreto nº 12.712.
Sem exceções.
Sem regimes paralelos.
Sem atalhos temporários.
Como afirmou Eduardo del Giglio, CEO da Caju:
“A decisão do TRF3 é importante porque recoloca o debate no rumo certo e reforça a validade do Decreto nº 12.712. O setor precisa evoluir. Regras dessa relevância devem ter aplicação uniforme, garantindo um ambiente competitivo mais equilibrado e previsível para todos. O foco precisa estar em ampliar a aceitação, reduzir custos e melhorar a experiência do trabalhador, e não em preservar práticas do passado que limitam a concorrência. A regulação está evoluindo, e esse avanço é positivo para empresas, estabelecimentos e, principalmente, para quem usa o benefício todos os dias.”
O setor passa a competir por eficiência, tecnologia e experiência, não por engenharia financeira.
Desde a fundação, estruturamos nosso modelo com:
Sempre operamos dentro do teto de taxa estabelecido pelo decreto.
Já estamos plenamente adaptados ao repasse em até 15 dias.
Não oferecemos rebates ou subsídios financeiros.
O que agora é obrigação regulatória sempre foi nosso padrão.
Para a Caju, a modernização não exige mudança estrutural. Exige apenas continuidade.
Com tolerância zero a subsídios e rebates, o risco regulatório deixou de ser abstrato.
Multas podem chegar a R$ 100 mil e a perda do incentivo fiscal é possibilidade concreta.
Em um cenário assim, a escolha do fornecedor deixa de ser apenas comercial. É estratégica.
Empresas precisam avaliar se estão com um parceiro estruturado para o novo ambiente regulatório ou com um modelo que precisa se reinventar sob pressão.
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Um setor mais aberto incomoda quem dependia da concentração, mas fortalece estabelecimentos e trabalhadores.
A Caju nasceu porque acreditava que o mercado precisava evoluir. Seis anos depois, a regulação confirma essa direção.
Não estamos nos adaptando ao novo cenário. Nós já estávamos nele.
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Sou jornalista, publicitária e viajante nas horas vagas. Na Caju, minha missão é transformar textos complexos em conteúdos claros, acessíveis e que façam sentido para quem me lê. Acredito que a flexibilidade é fundamental em todos os aspectos da vida, por isso valorizo a liberdade de adaptação, tanto no trabalho quanto no cotidiano.
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