Aprenda como fazer benchmarking competitivo sobre benefícios

January 6, 2020
Recursos Humanos

“Dar uma espiadinha na grama do vizinho” pode trazer bons resultados para a vida pessoal. Afinal, quando observamos os outros, nós aprendemos, comparamos e tiramos lições valiosas. O mesmo se aplica ao mundo corporativo.

Isso porque, se uma empresa analisa as práticas de outras organizações, é possível entender o que funciona ou não na área comercial. Por esse motivo, muitas instituições querem saber como fazer benchmarking.

Mas o que é benchmarking? Que tipos existem? Como utilizá-lo nas estratégias do negócio? Neste artigo, ensinaremos como observar a concorrência de modo estratégico. Confira os próximos tópicos!

O que é benchmarking?

Segundo o livro “Performance Benchmarking – measuring and managing performance”, do autor Peter Bogetoft, uma pesquisa revelou que grande parte das empresas (entre 67% e 82% dos respondentes) usam o benchmarking nas suas estratégias comerciais. Esse número expressivo mostra que essa prática apresenta resultados positivos para as marcas.

Em resumo, o benchmarking é uma ferramenta gerencial utilizada para aprimorar o desempenho da empresa por meio da identificação, documentação e aplicação das melhores práticas de mercado. Esse processo também é conhecido como engenharia reversa, pois envolve estruturar estratégias com base nos pilares que sustentam as empresas concorrentes.

Longe de ser uma espécie de mecanismo expiatório, esse tipo de estudo da concorrência visa percorrer os caminhos sinalizados por organizações que chegaram ao nível da excelência. Para entendermos a seriedade dessa prática, atualmente, muitas das empresas líderes de mercado a utilizam. Além disso, existem premiações internacionais para as corporações que são dignas de serem imitadas.

Esse monitoramento ajuda a empresa a desenvolver a sua inteligência de mercado. No entanto, para ter sucesso nessa meta, é necessário empregar os indicadores-chave de performance (KPIs) corretos com base nos fatores que impactam o desempenho da organização.

Além disso, é preciso entender também que o benchmarking segue alguns princípios orientadores. São eles:

  • a legalidade ou a transparência das informações;
  • a troca mútua de dados;
  • a confidencialidade;
  • o contato;
  • a preparação.

Quais tipos existem?

Antes de implantar o benchmarking, a organização pesquisará sobre os tipos disponíveis. Isso é importante, visto que cada um deles auxilia a empresa de uma determinada maneira, bem como a leva a caminhos diferentes. A seguir, elencaremos os tipos mais comuns.

Genérico

Quando o objetivo da empresa é comparar seus processos com os de organizações de outros setores comerciais, usa-se o benchmarking genérico. Talvez nem mesmo os produtos sejam similares, mas existem práticas comuns que podem ser estudadas e implantadas.

Competitivo

Esse tipo de benchmarking é focado na concorrência direta da empresa. Desse modo, é possível entender como a marca está na corrida comercial. Para isso, a organização faz uso de informações divulgadas, por exemplo, nos sites e nas redes sociais, como o faturamento, a expansão e os lançamentos de produtos da concorrência.

Interno

Nesse caso, a análise comparativa é voltada para as áreas internas da empresa. Digamos que os gestores queiram saber como anda a produtividade das equipes e o alcance das metas estabelecidas. Para esse fim, o benchmarking interno ajudará a montar um panorama global.

Funcional

Já o benchmarking funcional engloba as práticas que existem em qualquer empresa, independentemente do mercado de atuação. Por exemplo, o atendimento ao cliente precisa ser bem-feito, não importa o ramo empresarial. Assim, a organização faz comparativos dentro e fora do mercado em que atua.

Cooperativo

Existem empresas que firmam parcerias para trocarem seus conhecimentos de mercado. Dessa forma, uma pode obter experiências, estratégias e modelos de processos da outra. Essa cooperação faz com que as marcas se desenvolvam juntas e ampliem sua visibilidade comercial.

Como utilizar esse conceito na empresa?

A fim de que o benchmarking entregue resultados positivos para a organização, é essencial que seja feito um planejamento antecipado. Desse modo, a prática seguirá um rumo bem definido que impedirá a perda de tempo e de esforços. Vejamos as etapas para a implantação de uma análise estratégica competitiva.

Estabeleça objetivos

O primeiro passo envolve a definição de objetivos. Por exemplo, que processo ou produto precisa ser aprimorado? A intenção é ultrapassar ou equiparar ao nível de qualidade da concorrência? Qual é o resultado interno esperado com o benchmarking?

Selecione os concorrentes

A próxima etapa é a seleção das empresas que serão observadas e estudadas. Para isso, a melhor opção é escolher as que são líderes de mercado. No entanto, em alguns casos, pode ser difícil implantar práticas de organizações que estão em um patamar muito mais elevado. Desse modo, se a instituição for de pequeno porte, o ideal é selecionar empresas renomadas de tamanho médio para realizar o benchmarking.

Identifique lacunas

Durante o processo de benchmarking, pode ser que os gestores observem algumas dificuldades que impedem o sucesso do negócio. Digamos que o objetivo traçado tenha sido ultrapassar as empresas concorrentes e tornar-se referência de mercado.

Porém, notou-se que as organizações selecionadas implantaram muitas ferramentas virtuais nos últimos anos, mas a empresa interessada não. Assim, identificou-se uma “lacuna”, ou seja, algo que o negócio precisa melhorar para elevar seu nível de atuação.

Mensure os resultados

Durante o monitoramento, a empresa mensurará os resultados obtidos em relação à organização concorrente. Façamos um novo cenário hipotético para entendermos melhor. Imagine que os gestores queiram entregar benefícios corporativos com a finalidade de estimular o engajamento dos colaboradores.

Com a ajuda do benchmarking, descobriu-se uma série de práticas eficientes utilizadas na política de benefícios de uma concorrente, além de certos tipos de vantagens que mais agradaram ao seu time.

Ao aplicar essas estratégias, a empresa precisa entender se elas são compatíveis com a sua realidade interna. Isso será feito por meio dos indicadores de desempenhos (KPIs) e das pesquisas de satisfação com os colaboradores.

Qual é a vantagem de uma parceria especializada?

Voltando ao exemplo citado no tópico anterior, há uma maneira de a empresa registrar uma política de benefícios muito superior à da concorrência: por meio de uma parceria especializada. Com certeza, deixar a gestão de benefícios “nas mãos” de profissionais otimizará os resultados desejados, além de tornar a organização uma referência nesse processo corporativo.

Como exemplo de uma empresa parceira, podemos citar a Caju. Um dos seus diferenciais é a gestão personalizada dos benefícios dos colaboradores. Por meio de um aplicativo, a equipe tem acesso ao saldo de cada um dos benefícios, com a opção de transferir os valores entre as categorias.

Há também o cartão de benefícios para empresas e colaboradores, o que facilita o pagamento de refeição, alimentação, educação, transporte, cultura, saúde, entre outros. Sem dúvidas, as funcionalidades dos serviços da Caju permitirão o sucesso na melhoria dos processos internos por meio do benchmarking.

O que achou de nosso artigo? Aprendeu como fazer benchmarking? O que acha de aumentar o nível de satisfação dos seus colaboradores e de otimizar a política de benefícios da sua empresa? Entre em contato com os especialistas da Caju e entenda, com mais detalhes, como podemos ajudá-lo!!

Caju Team

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