O que é exatamente a remuneração variável? Veja como aplicar na empresa

June 30, 2020
Recursos Humanos

Você quer motivar os talentos da sua empresa a renderem ainda mais e a permanecerem por mais tempo no quadro de colaboradores?

Uma maneira usada por milhares de empresas para isso é a remuneração variável. Ao saber que podem receber mais todos os meses, a tendência é aumentar a produtividade.

Neste texto, você entenderá mais sobre como funciona esse tipo de remuneração e como você conseguirá implementá-lo na sua empresa. Boa leitura!

O que é remuneração variável?

A remuneração variável é um pagamento que não é fixo. O valor depende de aspectos definidos pelos gestores ou pela empresa. Normalmente, está associado à capacidade de entregar os resultados que a organização espera. Com isso, ao final do mês, o salário poderá ser maior ou menor que nos períodos anteriores. Dessa maneira, a remuneração variável complementa o salário.

Como a remuneração variável é classificada?

A remuneração variável é classificada em participação nos lucros, comissões e bonificações. Embora as participações nos lucros sejam consideradas por muitos como Remuneração Variável (RV), ela é diferente.

A RV está presente na CLT e complementa a remuneração fixa. Além disso, os encargos trabalhistas incidem integralmente. Por outro lado, a participação nos lucros contempla os colaboradores semestral ou anualmente. Nesse caso, não há encargos trabalhistas e é preciso existir um acordo para oficializá-la.

A fim de criar o Programa de Participação nos Lucros, a empresa deve designar uma comissão para ser responsável pela distribuição. O sindicato não precisa aprovar o programa. Além disso, é possível que os valores sejam distintos para cada colaborador, mas cada nível deve ter regras específicas.

Como aplicar ao seu negócio?

A grande vantagem de usar a remuneração variável na sua empresa é motivar a equipe e aumentar a produtividade. Para isso, o processo deve ser transparente, a fim de que os colaboradores saibam o que precisam fazer.

Entenda agora como fazer isso!

Escolher os critérios

Para começar, os gestores precisam estabelecer quais são os critérios mais relevantes para formar a remuneração variável dos colaboradores. Entre as possibilidades, estão:

  • quantidade de vendas;
  • número de atendimentos;
  • avaliação dos consumidores;
  • quantidade de projetos executados.

Dependendo dos cargos, determine mais de um fator para formar a remuneração variável. Nesse caso, mostre qual é a importância de cada um deles. Além disso, a empresa pode trabalhar tanto com bonificações quanto com comissões ao mesmo tempo, de acordo com as atividades desenvolvidas pelos colaboradores.

Acompanhar a produtividade

Antes de estabelecer as metas, acompanhe a produtividade da equipe. Dessa maneira, você evitará criar objetivos que tenham cumprimento fácil ou que estejam distantes da realidade da instituição.

Depois disso, certifique-se de que a produtividade crescerá, já que esse é um dos principais objetivos do programa de remuneração variável. Por isso, explique aos colaboradores como eles podem ser beneficiados e peça para que eles participem. Como seria o cenário ideal para eles? Tenha acesso a essas informações antes de formalizar o programa.

Estabelecer metas

Para que as metas incentivem a produção, elas precisam ser realistas e, ao mesmo tempo, desafiadoras. Se forem simples, os colaboradores as cumprirão sem esforço extra. Se forem muito complexas, a tendência é que eles desistam, já que considerarão o objetivo difícil de ser cumprido.

Além disso, faça metas progressivas. Assim, os colaboradores estarão prontos para produzir ainda mais no próximo período. Em caso de não cumprimento, mostre a eles quais foram os erros e os acertos. Assim, eles se motivarão para alcançar a meta seguinte.

O cálculo da remuneração variável dependerá dos modelos definidos pela empresa. As bonificações, por exemplo, podem ser fixas e somadas diretamente ao salário do colaborador. Já as comissões dependem da quantidade de vendas realizadas no período. O importante é explicar aos profissionais o que eles precisam fazer para ter acesso à renda variável e exemplificar qual é o impacto mensal.

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